Festa comunitária em Alto Jatibocas dias 27 à 29 de Agosto de 2010.
Local: Parque de Shows e Eventos Belmiro Brandemburg.
Obs: Rodeio com entrada franca nos 03 dias de festa
Atenção
Recomenda-se o uso do Internet Explorer ao invés dos outros navegadores.
terça-feira, 17 de agosto de 2010
VIII FESTA RODEIO SHOW
Postado por Idolindo Gabrecht 0 comentários
quinta-feira, 29 de julho de 2010
MAQUINÁRIOS E FERRAMENTAS ENTRE OS POVOS POMERANOS
Mesmo parecendo um mecanismo arcaico, ainda é muito utilizado entre a população pomerana do Espírito Santo. Pois sem ele não seria possível obter o fubá (mílha mél), matéria prima do broti de milho (mílha brot).
Como as pedras do moinho giram em baixa rotação, o fubá não esquenta, mantendo todas as suas propriedades nutricionais.
Sabemos que esse tipo de moinho foi inventado pela primeira vez pelos italianos, que dominam a técnica de fazer a polênta, porém este tipo de moinho também está bem difundido entre os pomeranos aqui de Itarana.
Este é o monjolo, também chamado por alguns de pilão. Para funcionar é necessário uma boa quantidade de água.Sua função é triturar, amassar ou pilar. Sendo que até em meados do século XX era bastante utilizado entre os pomeranos, principalmente para beneficiar o café.

Pequenas micro-usinas hidrelétricas também estavam muito presentes entre os pomeranos até meados de 1980. Principalmnte em Itarana pelo fato de existirem muitos riachos e cachoeiras. Mas tarde foi sendo substituído pela rede da companhia de luz do Espírito Santo "ESCELSA".
Antigamnte quando não existiam as serrarias, os pomeranos utilizavam uma espécie de serra com corte vertical, denominda de gurpião (bréet rócka). Seu manunseio geralmente era feita na mata onde se encontrava a tora para ser serrada. Geralmnte existiam duplas de profissionais que trabalhavam constantemente com essa ferramenta.
Conta-se que uma dupla com experiência conseguia serrar em torno de 20 tábuas por dia dependendo do tipo da madeira a ser serrada.
O carro de boi também foi utilizado por alguns pomeranos, principalmnte nas terras mais planas onde se tinha muito pasto e gado.
Esta é a canga utilizada para unir as juntas de boi.
Antigo engenho de cana-de-açucar, geralmnte era tracionado por bois ou cavalos. Esta ferramente se encontra quase que extinta. Antigamente muitas famílias que obtiam matéria prima da cana-de-açucar possuiam esse tipo de engenho.
As duas últimas propriedades que possuím esse tipo de engenho aqui em Alto Jatibocas era do Eduardo Holz e Friderico Seidler (Fritz).
Postado por Idolindo Gabrecht 0 comentários
sexta-feira, 23 de julho de 2010
História Pomerana em Alto Jatibocas
VEJA COMO TUDO COMEÇOU
Segundo informações de antigos moradores, em 1879 vieram as primeiras famílias italianas para a região do município de Itarana. Nessa mesma época chegaram os demais imigrantes europeus: os alemães, holandeses, turcos e pomeranos. A família Schultz, segundo relatos históricos, foi a primeira a chegar, formando logo uma comunidade luterana.
A história da Comunidade Evangélica de Confissão Luterana em Alto Limoeiro de Jatibocas teve início com sua fundação em 1893. Posteriormente com o aumento do número de famílias pomeranas as comunidades foram se expandindo.
Praticamente toda a parte alta do município de Itarana é colonizada por famílias de descendentes pomeranos. As outras descendências citadas como: holandesas, turcos e alemães hoje são confundidos entre os pomeranos. Pois por algum motivo o dialeto e costumes pomeranos se sobressaíram melhor dos demais, e assim todos passaram a falar o mesmo dialeto. São exemplos: a família Schafelen (Holandesa), Schneider (alemã), Guilherme (turco).
Por outro lado, não houve nenhuma socialização entre os italianos, pois parece que havia uma certa hostilidade entre ambos, (fatos curiosos). Alguns dizem que foi por causa das Guerras Mundiais. No entanto, ninguém sabe ao certo.
Como os pomeranos não tinham uma escrita própria, utilizavam a escrita alemã com todos os seus segmentos ortográficos. Geralmente tinham-se escolinhas espalhadas nas comunidades, e as aulas eram ministradas por pessoas também ligadas a igreja como presbíteros ou mesmo pastores que tinham se formado na Alemanha. Isso durou alguns anos, mas foi frustrado pelo Governo Getúlio Vargas, época em que houve a 2ª Guerra Mundial, os pastores ou quaisquer que fossem, foram proíbidos de se comunicar em alemão. Nesse período também foram suspensas as missas celebradas em alemão, bíblias alemães foram arrancadas das mãos dos pomeranos e foram queimadas ao fogo. Com isso, também as escolinhas foram fechadas, e passou-se um grande período de vasto esquecimento e analfabetismo. Foi como uma espécie de lavagem cerebral e a vida dos pomeranos nunca seria mais a mesma com todo esse acontecido.
Outro fato triste é que durante muito tempo as famílias pomeranas vêm sofrendo tudo quanto é tipo de humilhação. Como essa descendência se isolou nas áreas rurais. Muitos não sabiam escrever e nem se quer, se expressar em português. Isso foi um problema muito sério, que traz as seqüelas até os dias atuais. Muitos possuem documentação toda errada, trazendo dificuldades na hora de requerer aposentadoria na Previdência Social, dificuldades que vêm atingindo principalmente a classe feminina. Com isso, hoje temos de dois a quatro sobrenomes diferentes em uma mesma família. Pois os cartórios não estavam nem aí, “tanto faz, tanto fez”, pois geralmente eram tratados como (alemão bobo).
Postado por Idolindo Gabrecht 0 comentários
domingo, 11 de julho de 2010
CHUVA DE GRANIZO EM ALTO JATIBOCAS
Alto Jatibocas Itarana - Espírito Santo.
Segunda-feira 15 de setembro de 2008, às 5:30 da manhã,um fato histórico ocorreu nessa manhã. Foi a maior tempestade com chuva de granizo nos últimos tempos. Segundo antigos moradores da região desde 1950 não se registra mais um fato semelhante de tamanha proporção.
Durante aproximadamente uma hora de chuva com granizo, e fortes rachadas de ventos fizeram um estrago enorme nas plantações e moradias da população de Alto Jatibocas. Ficaram destruindos galpões, postes de energia arrancados com transformador e tudo, casas e escolas destelhadas.
O granizo chegou a atingir 30 centímetros de espessura acumulado no chão. Quem pode ver paizagem logo ao amanhecer, teve uma visão muito semelhante do que poderia ser New York no inverno.
Praticamente toda safra de café ficou comprometido para o ano de 2009, além do café as hortaliças também ficaram totalmente destruídas.
Veja as imagens:





Postado por Idolindo Gabrecht 0 comentários
PAISAGENS
Também existe em Alto Jatibocas uma árvore centenária, que vem sendo preservada de geração em geração. Esta árvore abriga uma enorme quantidade de orquídeas, e esta localizada no sitio do senhor Clementino Schafelen.
Segundo ele, a árvore é um motivo de muito orgulho para a família.

Outra planta introduzida recentemente na região é o manaca da serra. Pelas caracteristicas da planta podemos observar, que ela se adapta muito bem ao clima da região.

Subida para a casa paroquial em Alto Jatibocas.
Por ser uma região montanhosa, também existe uma enorme variedade de bromélias.
Postado por Idolindo Gabrecht 0 comentários
domingo, 23 de maio de 2010
Esta imagem é de Alto Jatibocas no início da década de 1950. Como podemos observar haviam poucas construções, até o relevo, parece ser mais plano.
Nessa época o transporte ainda era feito a cavalo ou a pé. Repare bem! No lugar da escola EEEFM "Alto Jatibocas", havia uma pequena árvore nas proximadades.
Também foi na década de 1950 onde foram abertas as estradas por meio de mutirões.
Como não haviam máquinas para abrir as estradas, disponíveis em nosso munícípio. As estradas foram abertas na base do enxadão.
A estrada que iria ligar, Alto Jatibocas a Santa Leopoldina, foi posta em dúvida por alguns integrantes do mutirão. Pois houve um cidadão que afirmou que nunca iria subir um carro naquela serra, e mesmo se tentasse, iria correr o risco de fundir o motor, devido tamanho esforço. Lógico, tal fato nunca aconteceu. Pois em pouco tempo depois, os veículos começaram a circular normalmente.
Nas baixadas de Alto Jatibocas as estradas foram abertas pouco antes. O cidadão que se prontificou em transportar o pessoal do mutirão para abrir as estradas, foi o seu Paulo Possimoser com seu "Chevrolet Brasil".
Também teria sido Paulo Possimoser, que exclamou dizendo, a frase: "Carro bom é Chevrolet".
Antigo grupo escolar de Alto Jatibocas . Ao que indica parece ser a comemoração em homenágem ao dia da "Independência do Brasil" 7 de setembro.
A data provável dessa foto é do ano de 1955. Dentre a turma os quais que foi possivel identificar até o momento são: "Danilza Berger Herzog", Floriano Garbrecht, Regina Gabrecht Hoffmann, e quem sabe outros nomes apareçam...?
Essa escola começou a ser construída em meados de 1949, segundo informações que obtive com meu pai, naquela época ainda não havia uma estrada para "Figueira", hoje a cidade de Itarana. Sendo que todos os tijolos utilizados para construção dessa escola, foram feitos aqui em Alto Jatibocas mesmo, bem próximo a escola.
Dessa escola, atualmte só restam ruínas.
Aqui aparece a foto do primeiro ônibos de Itarana que fez a linha "Itarana a Colatina". Do lado direito aparece o proprietário da linha Crisogno Meneghel. Essa foto possivelmente foi tirado em meados de 1960.
Em 1975 esse mesmo ônibos começou a fazer a linha de Barra Encoberta passando por Alto Jatibocas a Itarana.
Possivelmente esse ônibos rendeu um bom lucro na época, já que motocicletas e carros de passeio ainda quase não existiam.
Aqui aparece o Coro de Trombonistas de Alto Jatibocas, foto essa que segundo meu pai foi tirada em um dia de Pentecostes, possivelmte esta foto foi tirada em 1970.
Aqui sequem os nomes em ordem, conforme a foto da esquerda para direita: Germano Gabrecht, Germano Grünewald, Ervin Seidler, Friderico Grünewald, Raimundo Gabrecht, Alfredo Küster, Lorival Seidler, Emílio Krause, Evaldo Gabrecht, Rodolfo Krause, Valdemiro Pufal, e Emílio Hakbat, que estava segurando um livro de partitura dando uma ajudinha a banda.
Aqui, começava a era do café em Alto jatibocas, financiamento nos bancos, juros baratos. Na época tinha- se o seguinte dilema: "PLANTE CAFÉ QUE O GOVERNO GARANTE”. Esta fotografia foi tirada em 1976. O mais interessante é que na época a cidade de Santa Maria de Jetibá era semelhante em relação ao número de residências em Alto Jatibocas.
O interessante é que na época, não haviam motos, e sim um monte de bicicletas. Os automóveis da época eram o Pik-up da Fort, Corcel I, Fusca, Variant e outros. Também podemos observar que, no local onde atualmente existe o comércio do Vanilto Berger, naquela época só existia um paiol velho. E a máquina de beneficiar café do seu Florêncio Berger estava prestes a ser construída. Porém, nota-se que no local, daquela pequena árvore dos anos 50, foi construído a Escola Unidocente.
Segundo informações, teria sido um torneio de futebol. Pois naquela época o futebol era sucesso. Todos sonhavam em jogar bola como o Rei Péle.
Aqui podemos observar que as lavouras de café do seu Florêncio Berger haviam sido plantadas recentemente.
Aqui temos a imagem do time pertencente a comunidade "Cruzeiro Futebol Clube", atualmente esse time está extinto. Provavelmente essa foto é de meados da década de 1970.
Veja como está Alto Jatibocas em 2008
A partir de 2004 a Escola passou a oferecer Ensino médio. A EEEFM atualmente está tecnológicamente bem equipada, alí estudam mais de 400 alunos no total.
O aparelho celular está quase presente em todas as casas. Pois o sinal das torres está sendo captado por antenas externas que elevam o sinal para os aparelhos.
Também em meados do mês de janeiro de 2007, surge a internet banda larga via rádio. Porém ainda são poucos que desfrutam do seu uso. O café atualmente não é muito rentável. Pois está sendo consorciado com o plantio de banana. Em partes mais elevadas, onde o solo é pobre, está sendo substituído pelas plantações de eucalípto.
Como podemos ver Alto Jatibocas não progrediu muita coisa nesses últimos anos. E também não é um lugar onde a pessoa vai juntar rios de dinheiro. Pois as propriedades são divididos em pequenos sítios onde as pessoas se sustentam com o fruto do trabalho braçal.
Porém é uma das regiões com o clima mais agradável e equilibrado do Brasil, isso faz Alto Jatibocas uma das melhores regiões para se viver.
Esta página ainda não se encontra no seu estado definitivo, pois ainda está em fase de revisão e teste. Sendo que peço a compreenção de todos. Obrigado!
Postado por Idolindo Gabrecht 1 comentários
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Lavouras de Café em Alto Jatibocas
Desde início do século XX já existiam pequenas lavoras de café aqui em Alto Jatibocas. Segundo registros históricos, mesmo sendo manejado de forma rústica, o café já era uma grande fonte de renda naquela época.
A mão-de-obra naquela época era barata, pois as famílias eram numerosas, entre 12 à 20 membros por família. Muitas vezes o marido chegava a ser viúvo por mais de três casamentos.
Com isso, muitos proprietários foram adquirindo novas terras, formando pequenas fazendas. O café tinha um valor mínimo assegurado pelo Governo em 20 contos de reis, mas pouco tempo depois veio estourar a crise da bolsa, e o declínio na comercialização do café em 1922, sob o governo de Epitácio Pessoa. Muitos cafeicultores faliram, tendo que abrir mão de suas terras adquiridas, com lucros oriundos do café. Pois todos os cafeicultores que apostaram no preço do café, adquirindo bens na expectativa de págá-los posteriormente com a colheita do café, se deram mal. Dois dos agricultores que foram prejudicados com a baixa no preço do café, foram os senhores: Teodoro Krause e seu irmão Carlos Krause, que na época eram considerados grandes fazendeiros residentes em Alto Jatibocas, cujo soma das terras extrapolavam a divisa dos municípios de Itaguaçu e Santa Leopoldina.
Veja a evolução da Cafeicultura na região de forma cronológica:
Secando os grãos de café nos terreiros
Mas contudo, uma das maiores quebras no negócio cafeeiro, foi com o “crash” da Bolsa de Nova York ocorrido entre os anos de 1929 à 1930, momento onde a economia mundial ficou parada.
Nessa época o atual presidente da república era Getúlio Vargas.
Como os armazéns do governo estavam lotados e a colheita do café em alta, o Governo baixou um decreto onde milhares de sacas de café foram queimadas a fim de evitar a queda do preço do café no mercado exterior, já que o Brasil era um dos principais exportadores de café. Mas tal atitude foi em vão, e se passaram décadas de estagnação e decadência no setor cafeeiro...
Nos anos de 1960 surge uma nova proposta do Governo. Onde o obetivo era erradicar lavouras de cafés abandonadas ou com baixa produtividade.
As pessoas que arrancassem os pés de café recebiam um subsídio do Governo para custear o trabalho.
Em meados de 1960 também há relatos referente ao "Acares". Pelo que consta era um serviço que dava assistência técnica para o plantio de café, sendo que os agricultores interessados, recebiam as sementes de café as sacolas para fazer as mudas.
A nova variedade de café era conhecida como "Café Mundo Novo", que seria um café de grande porte e altamente produtivo. O espaçamendo entre as carreiras era um exagero de quase 6 metros.
As poucas lavoras dessa variedade de café que ainda existem na região tem mais de 40 anos de plantio, esses pés de café chegam a medir mais de 3 metros de altura.
Veja uma plantação de Café Mundo Novo recém formada em Alto Jatibocas no final da década de 1960.
Na década de 1970 surge então em Alto Jatibocas o IBC "Istituto Brasileiro do Café" com o seguinte lema: "Plante café que o Governo garante".
Desta vez uma nova variedade de café foi introduzida na região, o Café Catuaí. Sendo um café ainda mais produtivo que o Mundo Novo, e de porte menor, em pouco tempo foi a variedade preferida da região.
Sendo que é uma das variedades presentes até os dias de hoje. Embora que mais tarde tenham sido desenvolvidas outras variedades de café, a variedade Catuaí ainda vem sendo insquestionavelmente a variedade preferida dos cafeicultores e o que melhor se adaptou na região.
Veja as lavouras:
Foi também na década de 1970 onde foram detonadas grandes quantidades de defensivos agrícolas. Como o Bidrin 50 S produzido pela Shell, usado no combate ao "Bicho Mineiro", Folimat 1000 produzido pela Bayer, usado para combater o "Ácaro Vermelho" e por fim, o Thiodan E produzido pela Hoechst, usado no controle da "Broca do grão de café". Este tinha uma propaganda bem audaciosa no rótulo, com a seguinte frase: "Pouco tóxico ao homem e terrível contra as pragas". Obviamente isso era algo meio duvidoso, cujo o intuito era camuflar a real toxidez do defensivo.
Como o IBC era bem rígido no controle do café, as pulverizações eram feitas em massa. Geralmente eram feitas em torno de 3 a 4 aplicações em determinadas épocas do ano. Aqui em Alto Jatibocas, era frequente pessoas com os pulverizadores motorizados nas costas. O barulho dos motores podia ser ouvido em todas as direções, som muito parecido com o canto das cigarras. Mas isso também teve um lado sombrio, agredita-se que muitas espécies de pássaros, abelhas e outros animais foram intoxicados, ou até mesmo extintos pela ação desses defensivos usados na região durante essa época.
Pois nessa época as pessoas não usavam nenhuma EPI e também é bem provável que muitas doenças crônicas e mal formações congênitas, tenham se desenvolvido na região devido a esse fato.
Foi nos anos de 1970 até meados de 1980, que o café impulsionou a economia da região, pois foi uma fase onde o café rendia muitos lucros e também era muito produtivo. Tempo onde uma saca de café beneficiada dava para comprar mais de 14 sacas de adubo da formulação 25-05-20.
Os finaciamentos naquela época também eram vantajosos, pois os juros se tornavam quase insignificantes, já que o café subia constantemente...
Os financiamentos e custeios de café, eram adquiridos na Agência do Banco do Brasil em Santa Teresa, já que a mesma só existia alí.
Hoje ainda o café, exerce grande importância econômica, mas a mão-de-obra está cada vez mais cara e o custo de produção elevado. Sendo que os preços se encontram defasados há anos.
Atualmente existem muitas linhas de crédito voltados ao setor cafeeiro, mas como os preços não reagem, qualquer financiamnto ou investimento pode ser perigoso, e o risco de quebra é alto.
Atualmnte qualquer 0,5% de juros é uma aventura para o cafeicultor, e o que vemos é a população cada vez mais dependente do banco.
Se refletirmos um pouco, vamos ver que dificilmente os bons tempos irão voltar, pois a tecnologia evoluiu muito... e hoje não conseguimos competir com os grandes cafeicultores onde a produção é toda mecanizada, desde o plantio até a colheita...

Postado por Idolindo Gabrecht 0 comentários