Aqui temos um genuíno moinho de pedra, cuja, finalidade é moer os grãos de milho para transformar em fubá.
Mesmo parecendo um mecanismo arcaico, ainda é muito utilizado entre a população pomerana do Espírito Santo. Pois sem ele não seria possível obter o fubá (mílha mél), matéria prima do broti de milho (mílha brot).
Como as pedras do moinho giram em baixa rotação, o fubá não esquenta, mantendo todas as suas propriedades nutricionais.
Sabemos que esse tipo de moinho foi inventado pela primeira vez pelos italianos, que dominam a técnica de fazer a polênta, porém este tipo de moinho também está bem difundido entre os pomeranos aqui de Itarana.
Mesmo parecendo um mecanismo arcaico, ainda é muito utilizado entre a população pomerana do Espírito Santo. Pois sem ele não seria possível obter o fubá (mílha mél), matéria prima do broti de milho (mílha brot).
Como as pedras do moinho giram em baixa rotação, o fubá não esquenta, mantendo todas as suas propriedades nutricionais.
Sabemos que esse tipo de moinho foi inventado pela primeira vez pelos italianos, que dominam a técnica de fazer a polênta, porém este tipo de moinho também está bem difundido entre os pomeranos aqui de Itarana.

Sua função é triturar, amassar ou pilar. Sendo que até em meados do século XX era bastante utilizado entre os pomeranos, principalmente para beneficiar o café.




Antigamnte quando não existiam as serrarias, os pomeranos utilizavam uma espécie de serra com corte vertical, denominda de gurpião (bréet rócka). Seu manunseio geralmente era feita na mata onde se encontrava a tora para ser serrada. Geralmnte existiam duplas de profissionais que trabalhavam constantemente com essa ferramenta.
Conta-se que uma dupla com experiência conseguia serrar em torno de 20 tábuas por dia dependendo do tipo da madeira a ser serrada.




As duas últimas propriedades que possuím esse tipo de engenho aqui em Alto Jatibocas era do Eduardo Holz e Friderico Seidler (Fritz).
